Dorothy Mae Stang, conhecida como Irmã Dorothy, foi uma religiosa norteamericana naturalizada brasileira. Irmã Dorothy estava presente na Amazônia desde a década de 1970 junto aos trabalhadores rurais da Região do Xingu. Sua atividade pastoral e missionária buscava a geração de emprego e renda com projetos de reflorestamento em áreas degradadas. Seu trabalho focava-se também na minimização dos conflitos fundiários na região. A religiosa participava da CPT desde sua fundação.

Ajudou a fundar a primeira escola de formação de professores na rodovia Transamazônica. Irmã Dorothy recebeu diversas ameaças de morte, sem deixar intimidar-se. Pouco antes de ser assassinada declarou: “Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles têm o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar”.

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